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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Transformers: O Lado Oculto da Lua - CRÍTICA


O lançamento da última parte de uma trilogia naturalmente cria expectativa. Ainda mais de uma lucrativa série como Transformers, que teve uma boa estreia e, depois, uma completa catástrofe em sua continuação, admitida até mesmo pelo diretor Michael Bay. Na época, o cineasta culpou a crise dos roteiristas de Hollywood pela qualidade duvidosa da produção. Agora, sem poder se esconder atrás de novas desculpas, ele apresenta Transformers: O Lado Oculto da Lua, longa que, ao tentar voltar ao espírito do primeiro, encontra o equilíbrio para ser um filme de ação visualmente empolgante e divertido, mas nada além disso.

O roteiro, que foi trabalhado a seis mãos em Transformers: A Vingança dos Derrotados, agora ficou por conta apenas de Ehren Krueger. Ele começa bem, ao entrelaçar a história dos alienígenas com a do planeta Terra. Descobrimos a relação que os Transformers tiveram com a chegada do homem à lua e grandes acontecimentos mundiais, como o acidente nuclear em Chernobil. Mas a ideia aos poucos vai se desgastando e as duas horas e trinta e dois de filme parecem demais.

Para manter o espectador atento, Bay apostou no 3D. Um dos pontos fortes do filme, esta tecnologia não vinha sendo tão bem explorada desde Avatar, tornando-se assim ponto crucial para a experiência completa do longa. Aparentemente, detalhes como a profundidade de personagens ou maior elaboração de roteiro foram deixados de lado para dar vez ao 3D, este sim o verdadeiro protagonista da produção.

Goste ou não, Michael Bay possui um estilo próprio. Leia-se: explosões, perigo mundial, explosões, mulheres bonitas, explosões, forte presença de militares, explosões, perseguições de carro, explosões... e grandiosas cenas de ação. Se esses pontos te atraem, assista à Transformers: O Lado Oculto da Lua sem receio e prepare-se para algumas – longas – horas de diversão. E não esqueça do 3D.

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