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sábado, 24 de novembro de 2012

A Origem dos Guardiões - CRÍTICA


Quando se tenta criar uma nova franquia cinematográfica, o objetivo dos realizadores é fazer o espectador ter a sensação de que já conhece o universo em que o filme se passa.
O assunto volta à tona com o lançamento de A Origem dos Guardiões (Rise of the Guardians) por causa das semelhanças de seus personagens com super-heróis.
Os tais guardiões são criaturas mágicas com a responsabilidade de proteger todas as crianças do mundo. Eles se unem para derrotar Breu (Jude Law, de Sherlock Holmes 2), o Bicho-Papão. O vilão voltou à ativa e ameaça amedrontar a criançada.


NOTA: 80
Jack Frost (Chris Pine, de Guerra é Guerra) é o espírito que traz as neves do inverno. No filme, ele tem um cajado que cria gelo. Assim, congela qualquer coisa e cria pistas deslizantes. Não fosse sua habilidade de voar levado pelo vento, seria idêntico ao Homem de Gelo, dos X-Men. Vale lembrar que esse tipo de personagem foi usado anteriormente pela Pixar, com Gelado de Os Incríveis (2004).
Norte (Alec Baldwin, de Rock of Ages) é o popular Papai Noel, só que no lugar da gordura ele tem músculos e tatuagens. Sua força bruta e seu modo de combater lembra Kratos, do jogoGod of War.
Fada do Dente (Isla Fisher, de Os Delírios de Consumo de Becky Bloom) guarda as lembranças das crianças, contidas nos dentes-de-leite que recolhe. Com suas asas, ela voa como a Vespa, dos Vingadores. Não é mostrado muito bem no filme como a representante feminina do bando batalha.
Coelhão (Hugh Jackman, deGigantes de Aço) usa suas tocas para viajar rapidamente ao redor do mundo. Com muita agilidade, ovos explosivos e bumerangues, sua movimentação lembra a de Gambit, dos X-Men.
Com uma história que prega a valorização das crenças infantis, A Origem dos Guardiões consegue um roteiro emocionante. Some isso ao grupo de heróis – quer dizer, criaturas mágicas – descrito acima e não estranhe se mais aventuras com os personagens chegarem às telas nos próximos anos.

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