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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Conan – O Bárbaro: CRÍTICA

Poderia ser bem pior. Foi o que pensei ao sair da sessão de Conan – O Bárbaro, remake dirigido por Marcus Nispel, responsável por outras refilmagens sangrentas, como o mediano Sexta-feira 13 (2009), e o ótimo O Massacre da Serra Elétrica (2003). O retorno do herói Cimério é divertido e embalado por cenas de ação que funcionam muito bem.




NOTA: 65
Conan: O Bárbaro - TRAILER



Conan é um herói valente. Como ensinou o seu pai, nenhum guerreiro Cimério deve correr da morte, sequer ir tolamente ao seu encontro. Sagacidade e inteligência fazem parte da vida do povo Cimério. As vertiginosas cenas de ação comprovam isso.



O filme conta a história de Conan, o cimério, e suas aventuras através do continente de Hibórea em busca de vingança pelo assassinato de seu pai e a destruição de sua vila. No elenco estão Jason Momoa (Conan), Rachel Nichols (Tamara), Stephen Lang (Khalar Singh), Rose McGowan (Marique), Bob Sapp (Ukafa), Ron Perlman (Corin) e Leo Howard (Conan jovem).
Não se preocupe com a atuação dos protagonistas: péssimos atores. Mas eles são belos e lutam muito. Valem o esforço. O resto do elenco segue os protagonistas, e a coisa vira um campeonato de canastrice, onde todos estão em busca da sua medalha de ouro.

Na seara dos remakes e continuações desta última temporada, Conan – O Bárbaro é uma aventura que consegue se dar bem no que tange os resultados: cenas de ação e fotografia que validam o ingresso, mesmo que a trilha sonora seja mais do mesmo e as atuações ruins. E seria hipocrisia reclamar da violência: apesar de algumas cenas desnecessárias e perturbadoras, Conan nem chega perto da contagem de corpos dos filmes épicos de Arnold Schwarzenegger, por exemplo. Em 3D a coisa fica ainda mais perturbadora. Confira. 

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