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sábado, 15 de outubro de 2011

Não tenha Medo do Escuro - CRÍTICA


Não tenha Medo do Escuro é a mais nova produção do mexicano Guillermo Del Toro, que também assina o roteiro. Para quem não o conhece, o produtor/roteirista/diretor é o responsável por produções como O Labirinto do Fauno.


Em sua nova produção, ele abusa do susto e gritos e de uma fórmula utilizada anteriormente em sua filmografia: o terror infantil.




NOTA: 75
Não tenha Medo do Escuro - assista ao Trailer 




Na história, Sally é filha de pais separados, e tem um traço depressivo e hipocondríaco. Seu pai (Guy Pearce) a convida a morar com ele e sua nova namorada Kim (Katie Holmes). A incompreensão dos pais faz a menina se sentir não querida por eles e um tanto melancólica. Com isso, seres que habitam a casa que deles, a convida e incita-a a entrar no seu mundo.Tais seres são revelados logo no prólogo do filme, quando há uma brutal morte - típica de filmes do gênero-.

O longa funcionaria melhor sem a introdução dos seres no prólogo e sem a excessiva enfatização do horror. Pois a direção de arte e fotografia por si só compõem a atmosfra de mistério e horror. Tal prólogo tira o suspense da revelação dos seres ; mas mesmo com este excesso narrativo, os espectadores terão muitos sustos e suspiros de terror.
A iminência do possível sequestro de Sally pelos seres, faz com que os espectadores pulem de suas cadeiras a todo momento. Como já dito anteriormente, mais uma vez a direção de arte, faz seu papel na ambientação. Uma imensa casa, de um pintor renomado, com grandes cômodos e escura compõem o cenário. A trilha também compartilha no suspense tal como as atuações convincentes do elenco. No mais, o longa é puro divertimento para os fãs do gênero suspense.

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