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sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Resident Evil 5: Retribuição - CRÍTICA

A adaptação de videogames para o cinema sempre foi um desafio para roteiristas. Como transformar histórias que só servem de suporte para jogabilidade em uma narrativa decente? Se Resident Evil 5 – Retribuição (Resident Evil: Retribution) não tem o roteiro mais original do mundo, merece elogios por conseguir encaixar elementos dos games na história do longa.  

Dessa vez, Alice (Milla Jovovich, de Os Três Mosqueteiros) acorda dentro de um grande complexo da Umbrella Corporation. Ela terá a ajuda de aliados do passado para escapar do local – aparentemente tudo o que ela viveu nos filmes anteriores não passa de sonho.

Resident Evil 5 - Assista ao Trailer.

NOTA: 65
Até chegar a saída, ela terá de passar por cidades cenográficas onde acontecem testes com o T-Vírus. Cada um desses locais (Nova York e Moscou, por exemplo) funciona como uma fase do jogo.

Como nos filmes anteriores, há clones por toda parte. Assim, a franquia consegue “ressuscitar” alguns personagens e presentear os fãs da série. Essa receita de grande reunião já provou ter bons resultados em Velozes e Furiosos 5.
Já no paralelo com o mundo dos games, a presença de clones funciona como aquelas fases em jogos de tiro (especialmente os FPS) em que há infinitos inimigos. Ordas e mais ordas de zumbis e outros combatentes podem ser colocados em cena com uma justificativa minimamente plausível. Aliás, é aconselhável ater-se apenas ao minimamente plausível no enredo.
Como na aventura anterior, os efeitos 3D estão afinados e bem posicionados. As cenas de ação são eletrizantes e parece estar diante de um videogame. Só se espera que a repetição não seja sinal de cansaço da franquia. 

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